Pelotas, RS, Sábado, 15.06.2002
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Nacional: Preso segurança de Elias Maluco que acompanhou execução de repórter

Diário Popular

Embora a polícia ainda não tenha capturado o traficante Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, acusado de matar o repórter Tim Lopes, prendeu ontem mais um integrante da quadrilha. Elizeu Felício de Souza, o Zeu, de 22 anos, foi detido nesta madrugada, na Favela Vila Cruzeiro, na zona norte do Rio, reduto de Maluco. Detido no carro de um parente, Zeu negou aos policiais pertencer ao bando do traficante e alegou ser feirante, mas foi reconhecido por Silva na 22ª Delegacia Policial (Penha).
Por ter revelado à polícia detalhes importantes sobre a morte de Lopes, Ângelo Pereira da Silva e sua família foram incluídos no Programa de Proteção à Testemunha da Justiça. Ele ficará sozinho em uma cela da Delegacia Anti-Seqüestro (DAS).
Ontem, com o auxílio de dois helicópteros, 160 policiais vasculharam por quatro horas o Morro do Engenho da Rainha, na zona norte, em busca do traficante, que estaria escondido lá, de acordo com uma denúncia anônima. O delegado Pedro Paulo Pinho, encarregado da operação, acredita que a informação de que a polícia estaria no local vazou, porque nenhuma pista de Elias Maluco foi encontrada no local.
BUSCAS - Mesmo que o corpo do repórter não seja encontrado, a polícia já tem certeza de que ele foi assassinado e provas suficientes para incriminar Elias Maluco como autor do crime. A informação foi dada ontem pelo delegado de Homicídios Carlos Henrique Pereira Machado, que acompanha as investigações na 22ª DP, após reunião com representantes do Sindicato dos Jornalistas e com o subsecretário de Segurança, Ronaldo Rangel.
Segundo Machado, a procura do corpo do jornalista foi interrompida no alto da Favela da Grota por não haver indicações de que haja mais corpos enterrados lá. Foram encontrados cinco arcadas dentárias, nenhuma delas do jornalista, e ossos.
PROTESTO - Um protesto contra a falta de segurança e o assassinato do jornalista reuniu representantes de diversas categorias no centro de São Paulo, entre elas CUT, Força Sindical, OAB e o Sindicato dos Jornalistas. (AE)


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