Motor: A Citroën vem aí
Pelotas está prestes a ganhar a terceira loja da Citroën no Estado e que será a 60ª unidade nacional. Ontem, três diretores da marca francesa estiveram reunidos com os titulares da concessão, os irmãos Britto Xavier, na Câmara de Dirigentes Lojistas, acertando alguns detalhes. A inauguração está prevista para a segunda quinzena de setembro. A negociação entre a marca e os empresários pelotenses, proprietários da Triângulo Veículos, durou um ano e meio. Neste período, foram realizados estudos de mercado para a viabilização no negócio no local e a adequação da construção conforme os moldes exigidos pela Citroën. "Ao todo são 2.680 metros quadrados de área construída onde funcionarão showroom, seminovos, setor de peças, oficina, vendas e produtos", descreveu um dos sócios-proprietários, Volnei Britto. A expectativa de comercialização é grande. De acordo com um dos diretores, Domingos Boragina, uma vez instalada na praça, a revenda abocanha, de praxe, 10% do mercado no segmento passeio, já que a Citroën não trabalha com modelos populares. A marca espera vender de 15 a 20 carros zero quilômetro ao mês. O modelo mais comercializado em solo brasileiro é o monovolume Xsara Picasso que é produzido no País na montadora de Porto Real, Rio Janeiro, juntamente com recém lançado C3 e o furgão Jumper. Os empresários apostam na excelente aceitação do Jumper na região por se tratar de um veículo de carga que pode transportar até 16 passageiros com motorista incluso. Afora outro trunfo da Citroën que é o luxuoso C5, a marca francesa investiu alto no lançamento do jovial C3. Um carro de porte menor que tem itens de série de "carro grande" como direção eletro-hidráulica - que não depende do motor para acionar a caixa de direção - e rodas de liga-leve com aro de 15 polegadas. Seus concorrentes diretos são o Honda Fit, o Meriva da GM, o Polo e o Golf, ambos da Volkswagen. O C3 mais simples com motor 1.4 está sendo comercializado a partir de R$ 29 mil. (Inês Portugal)
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